Audiência Pública no Pontal Sul acerta manifestação para fevereiro
Os moradores e vereadores prometem grande movimentação no próximo mês com a data a ser marcada

O presidente da Câmara Municipal, João Antônio Borges (PSB) promoveu audiência pública no Setor Pontal Sul na manhã do sábado,19. O encontro foi realizado na Escola Municipal que leva o mesmo no bairro. Na pauta, o tema falta da rede de água tratada foi predominante, seguido da indignação da população com relação à demora da abertura do Hospital de Urgências. Enquanto a solução não aparece os moradores e vereadores prometem grande movimentação no próximo mês com a data a ser marcada. Dentre as reivindicações dos moradores estão ainda à construção de uma escola de Ensino Médio para atender os estudantes no período noturno. A escola mais próxima está localizada no Cruzeiro do Sul ou Veiga Jardim e nem todos arriscam a distância. Como é o caso da filha de Hilton Cláudio da Silva. Ela já concluiu o ensino médio e não sei o que faremos porque é um risco a ida e vinda sozinha à noite. Precisamos de uma escola que funcione neste período, defende. A professora Jacinta Soares vive no bairro desde os 16 anos de idade e sonha com a chegada da pavimentação das ruas. Cheguei aqui não tinha asfalto e as ruas eram mais dispersas, houve um certo progresso, mas o asfalto ainda deixa muito a desejar. É preciso que autoridades olhem para nós, minoria, ressalta. O vendedor Valdir Marques lembra que o problema da falta da rede de água tratada tornou-se um caso de saúde pública. Já foi constado que a pouca água que nos resta nas cisternas contem coliformes fecais. Não podemos viver dessa forma, lamenta. Em reposta João Antônio anunciou que a Saneamento de Goiás S/A (Saneago) já dispõem de uma verba na ordem de R$ 140 milhões destinados ao saneamento básico no município. Para solucionar a falta d’água, a idéia é abrir poços artesianos nos bairros vizinhos ao Pontal Sul e armazenar a água em caixas d’água para abastecer a comunidade. Sobre a escola de ensino médio noturna, ele comunicou que a Prefeitura deverá iniciar a construção ainda este ano. Acredito que o papel da população é realmente este de cobrar as soluções para os problemas e nós vereadores fazer nosso papel também de reforçar estas cobranças, porque se eles não assim fizerem como saberemos seus anseios?, indaga. Sobre a manifestação em fevereiro o presidente mostra otimismo. Se as reivindicações não forem atendidas vamos convocar outra audiência com tom de protesto. É inadmissível que a população passe por esta situação e fique esperando um hospital que nunca abre as portas definitivamente, pontua
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