Propostas da vereadora Camila Rosa voltadas à cultura popular, cooperativismo e educação são aprovadas pela Câmara


Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia, 17/06/2026. A vereadora Camila Rosa teve aprovadas três proposições voltadas à valorização dos feirantes, ao fortalecimento do cooperativismo no município e à educação.

A primeira delas foi o Projeto de Lei Nº 58/2026, que reconhece a Festa do Milho dos Amigos Feirantes como Patrimônio Cultural Imaterial de Aparecida de Goiânia. A proposta também inclui o evento no Calendário Oficial do Município.

De acordo com justificativa da vereadora, a iniciativa busca reconhecer a relevância histórica, cultural, gastronômica e social da festividade para a comunidade aparecidense. O texto informa que a festa surgiu a partir de uma mobilização comunitária com a participação de feirantes e moradores da região, tendo como objetivo fortalecer a convivência entre os moradores, valorizar os trabalhadores das feiras livres e preservar tradições gastronômicas ligadas à cultura goiana.

Segundo ela, a Festa do Milho dos Amigos Feirantes consolidou-se como uma das celebrações populares tradicionais da região, reunindo moradores, comerciantes, produtores rurais, feirantes e visitantes. Realizado anualmente na primeira quinzena de julho, o evento atrai mais de cinco mil participantes.

Camila ainda sustenta que a festividade contribui para a preservação das tradições culturais e gastronômicas, fortalece a identidade cultural do município, incentiva a economia local e valoriza o trabalho dos feirantes.

Também foi aprovado e promulgado o Projeto de Resolução Nº 003/2026, que altera o Regimento Interno da Câmara Municipal para incluir o cooperativismo entre as competências da atual Comissão de Indústria, Comércio e Defesa do Consumidor. Com a mudança, o colegiado passa a se chamar Comissão de Indústria, Comércio, Cooperativismo e Defesa do Consumidor.

A proposta amplia as atribuições da comissão, permitindo o acompanhamento de matérias relacionadas ao cooperativismo, ao associativismo econômico e à economia solidária, além de incentivar a formulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento das cooperativas e do empreendedorismo coletivo.

A justificativa destaca que o cooperativismo tem se consolidado como instrumento de desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda, inclusão produtiva e fortalecimento das atividades empresariais e comunitárias. O projeto aponta ainda que as cooperativas exercem papel relevante em áreas como agricultura, transporte, reciclagem, crédito e prestação de serviços.

Por fim, a vereadora complementa que a medida permitirá ao Legislativo municipal acompanhar de forma mais próxima as demandas do setor cooperativista, além de estimular debates e políticas públicas voltadas ao segmento, considerando a importância econômica e social do cooperativismo para Goiás e para o desenvolvimento de Aparecida de Goiânia.

Por último, foi aprovado o Projeto de Lei Nº 185/2025, que institui o Programa “Adote uma Escola” no âmbito do Município.

A matéra cria um mecanismo de cooperação entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil para contribuir com a melhoria da qualidade da educação, da infraestrutura e do ambiente escolar das unidades da rede municipal de ensino.

Segundo o projeto, pessoas físicas e jurídicas poderão participar voluntariamente do programa por meio da doação de materiais, mobiliários, livros, equipamentos e insumos, da realização de serviços de manutenção, reforma, pintura e conservação, além da execução de projetos educacionais, culturais, esportivos, ambientais e tecnológicos. Também será permitida a colaboração em ações voltadas à valorização da comunidade escolar e ao incentivo à aprendizagem.

A proposta estabelece que a participação no programa não gera vínculo trabalhista, empregatício ou qualquer obrigação entre os colaboradores e o Município. A adesão será formalizada por meio de termo de cooperação firmado com a Secretaria Municipal de Educação, documento que deverá definir responsabilidades, metas e prazos de execução.

A matéria prevê ainda a concessão de certificados de reconhecimento público às pessoas físicas e jurídicas participantes do programa. Também fica proibida a utilização das atividades e materiais vinculados à iniciativa para fins político-partidários, religiosos ou comerciais.

Camila Rosa argumenta que a proposta busca ampliar a participação da sociedade no desenvolvimento das escolas públicas, sem gerar custos ao Município. Além disso, a iniciativa permitirá que empresas, instituições e cidadãos contribuam com a rede municipal por meio de doações, serviços e projetos educacionais, além de incentivar o envolvimento comunitário nas ações voltadas à educação.

Departamento de Comunicação (3283-2525)

Diretora de Comunicação – Thais Vaz

Assessor de Comunicação – Paulo Cavalcanti

Fotógrafo – Marcelo Silva